SÁB 20 DE OUTUBRO DE 2018 - 04:48hs.
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Keno Play explica como funciona legalmente e pede uma nova lei do Jogo

“Você que sempre quis conhecer uma de nossas casas Keno Play, mas por não saber como funciona a legalidade dos jogos ainda não foi nos visitar..essa é a sua chance de esclarecer suas dúvidas e vir conhecer uma de nossas franquias”, disse a marca que possui cinco casas no Rio Grande do Sul em sua pagina Facebook. No post, ela explica que se ampara na lei do turfe, paga impostos por seus lucros e sugere ao Governo legalizar a atividade para gerar dinheiro e emprego.

Em seu post a Keno Play explicou que as casas são operadas pelo Jockey Club Carazinho e estão interconectadas tendo todos os sorteios da casa central sendo transmitidos para as outras sedes em tempo real.

A Keno Play também deixou claro que a lei que ampara a empresa é a 7.291/84,conhecida como Lei do Turfe que autoriza os Jockey Clubs a explorarem outras modalidades de jogos lotéricos e que segundo essa lei as casas pagam impostos sobre seus lucros.

Em outra imagem, a Keno Play pede a legalização de todas as modalidades de jogos mostrando dados já conhecidos como o que entre os país filiados a ONU 75% tem jogo regulamentado; que na  América do Sul apenas Brasil e Bolívia não tem uma lei para a atividade  e, principalmente, que o Governo poderia arrecadar entre R$18 e R$20 bilhões em impostos com o mercado além gerar emprego e novas opções de entretenimento.

As Keno Play são inspiradas no sistema de loterias dos Estados Unidos onde, por meio de um sorteio eletrônico de números, os clientes concorrem a 60% da arrecadação de cada jogada, ao mesmo tempo, nas três casas do grupo. Os vencedores dos sorteio terão o nome e CPF registrados no sistema de administração Keno Play, para pagamento de prêmio com emissão de recibo e recolhimento de 30% sobre o valor de premiação em imposto de renda, dependendo da quantia recebida.

As casas da Keno Play são interligadas, operam simultaneamente e são operadas pelo Jockey Club Carazinhense (JCC), por meio de um acordo com a empresa Sparta, administrada pelo investidor gaúcho Mauro Sebben, radicado na Flórida (EUA). O investimento nas casas inauguradas anteriormente varia entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão por unidade. Cada casa pode receber entre 300 e 600 pessoas e juntas elas empregam 200 funcionários.

Fonte: GMB