QUA 19 DE SETEMBRO DE 2018 - 06:58hs.
Andrea Pino, gerente geral da Starlight

"Recebemos notícias otimistas do Brasil sobre a possível abertura do mercado"

Passando por um crescimento em 2018 com uma grande expansão de sua fábrica no Peru que lhe permite crescer na região, a Starlight se apresentou na SAGSE procurando entrar com mais força na Argentina. Andrea Pino, gerente general da empresa, revisa a primeira metade do ano e prevê um futuro próximo do qual não exclui o Brasil. 'Lá realmente valorizam a experiência em fabricação de letreiros e projetos de iluminação, e nós temos de sobra'

GMB - Com quais expectativas a Starlight chegou a SAGSE este ano?
Andrea Pino -
Nosso objetivo era entrar com mais força no mercado argentino , veremos como o resto do ano e o próximo se desenvolvem para poder alcançá-lo. Ao mesmo tempo, continuamos a crescer em diferentes regiões da América Latina.

Quais novidades ou produtos você apresentou este ano?
Continuamos a apresentar nossos produtos tradicionais, agora com as possibilidades de termos uma área de mais de 2.000 metros quadrados de fabricação no Peru com base nas normas ISO 9001 (única empresa peruana que o possui). Identificando sempre as necessidades de cada um dos clientes, ajudando-os a destacar sua imagem corporativa.

Que balanço você faz deste ano?
Foi um grande ano para nós, de crescimento. Passamos de uma fábrica de 600 metros quadrados para uma de mais de 2.000, o que fala do crescimento que alcançamos e do potencial de desenvolvimento.

Como você vê o mercado latino-americano?
Eu vejo isso consolidado, seguro e com crescimento constante. Vemos isso, por exemplo, no Peru, um mercado sólido onde a constante remodelação dos quadros ocorre. Talvez agora um pouco preocupado com a questão do aumento do dólar, mas acho que será algo temporário.

O Brasil continua sendo um item da agenda para o setor. Como a Starlight vê o país?
Esperamos que até o final do ano os progressos necessários sejam feitos para que finalmente a luz verde seja dada ao mercado. A notícia que nos chega de lá é otimista, eles até me disseram que haverá notícias positivas nos próximos dois meses. De qualquer forma, entre as eleições presidenciais e o final do ano, espero que até 2019 a abertura do mercado se torne uma realidade.

Se essa abertura ocorrer, qual o mercado que você imagina para a Starlight?Acha que será fácil acessá-lo?
Para nós será muito fácil. Lá a experiência na fabricação de letreiros e projetos de iluminação é altamente valorizada e nós temos de sobra.

Você considera a fabricação no Brasil uma vez que o mercado seja regulado?
Nós sempre pensamos nisso. Se tivermos vários clientes que nos permitam suportar uma estrutura administrativa, faremos isso. Ele também nos servirá para tudo o que é manutenção, controle de qualidade e serviço pós-venda, o que é muito importante e deve ocorrer constantemente.

Fonte: GMB