SEG 22 DE OUTUBRO DE 2018 - 04:01hs.
Sergio Ricardo de Almeida, presidente da LOTERJ

“Tendo a legalização do jogo; o Brasil é a bola da vez”

O presidente da Loterj, Sergio Ricardo de Almeida, está em Las Vegas participando da edição de 2018 da G2E – Global Gaming Expo, no Sands Expo. Durante suas visitas aos mais de 400 estandes da feira, ele conversou com o GMB sobre o evento, as expectativas para o mercado de jogos do Brasil, que após a legalização, será a “bola da vez” por seu tamanho, população e potencial turístico.

Durante a conversa com o GMB, Sergio Ricardo de Almeida, falou sobre suas impressões da feira de Las Vegas, umas das maiores e mais importantes do mundo, destacando o investimento dos expositores em tecnologia. 

“O evento é absolutamente impressionante não só pela quantidade de gente, mais de 25 mil pessoas circulando por esses três dias durante o evento, mas, pela quantidade de expositores, mais de 400. Eles apresentam todo o tipo de soluções tecnológicas, de maquinário, de jogos utilizando o que de mais moderno em tecnologia, em luzes, muitos leds, as cadeiras super confortáveis; quer dizer: é uma indústria gigante, é o mundo inteiro com mais de 100 países aqui presentes”.

O presidente da Loterj não escondeu a frustração pelo Brasil ainda estar atrasado e não fazer parte do mercado ,mas, também se mostrou confiante e afirmou que o país em breve será um dos maiores mercados de jogos do mundo.

“Nos dá um pouco de frustração em ver que nós estamos tão atrasados em relação aos outros países nessa atividade econômica que é jogo. Esperar agora os próximos meses, em que pode haver realmente a legalização do jogo, e tendo a legalização do jogo o Brasil é a bola da vez; não só pelo seu potencial de mercado, mas, pelo seu apelo turístico e por ser o maior país da América do Sul”, acrescentou. 

Por último, Sergio Ricardo afirmou que quando visita eventos como a G2E de Las Vegas, sempre é tomado por uma variedade de sentimentos porém a esperança e a confiança no potencial da atividade acabam se sobressaindo. 

“Eu vejo com muita esperança. Sempre que eu vou à um congresso ou evento na área de jogo eu saio; primeiro um pouco triste por não ter atividade legalizada, depois indignado me perguntando: ‘porque isso ainda não foi feito?’ e por ultimo muito esperançoso porque eu sei que é uma atividade que gera milhões de empregos, receita e renda em todos os lugares do mundo”, conclui Sergio Ricardo de Almeida.

Fonte: Exclusivo GMB