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Games Magazine Brasil – Quais os objetivos da Zitro em estar em mais uma ICE, especialmente na ICE Barcelona?
Johnny Ortiz - Estamos supercontentes porque, primeiro, saímos de Londres e viemos para Barcelona, que praticamente é como estar em casa. Mas não só por isso, pela facilidade de clima, comida, preço, e porque não precisamos fazer exportação para a Inglaterra, que saiu do Mercado Comum Europeu.
Então, os planos obviamente são de crescimento. Estamos lançando um novo produto, o CONCEPT, que já é um sucesso em todos os países onde o colocamos. Já estamos presentes em muitos países e crescendo com ele. Nos Estados Unidos, estamos em 15 estados e crescendo, com mais de 120 licenças já obtidas.
O móvel é fantástico, maravilhoso. Ele tem um sistema de iluminação que combina com os prêmios e dá mais emoção ao jogador. Mas não é só isso. O principal são os jogos. Estamos lançando uma bateria infinita de títulos que estão cativando todos os jogadores. Na verdade, estamos muito felizes, e você pode ver pelo movimento no estande que também está sendo um sucesso aqui na ICE Barcelona.
Como vai o sistema de multijogos e os jackpots ampliados para diversos jogadores? Como tem sido essa vertical dentro da linha de produtos da Zitro?
Temos os multijogos, que são maravilhosos. Também estamos criando outra coisa importante, alinhada com os acumulados: o Mega Lounge e o Super Mega Lounge.
O que é isso? Nós juntamos várias máquinas e oferecemos prêmios muito maiores que o normal. Colocamos nos cassinos entre 40 e 50 máquinas unidas ao mesmo acumulado. Isso significa que há maiores prêmios e em maior quantidade, cativando cada vez mais o usuário final e atraindo novos clientes para o cassino.
E, somando a tudo isso, temos nosso WAP (Wide Area Progressive). Isso significa que vinculamos diferentes cassinos no mesmo país. São vários cassinos com um prêmio gigantesco. Dependendo do país, regulação e tudo mais, pode chegar a um milhão ou dois milhões de dólares. Essa é outra novidade da Zitro que todo mundo está adorando.
Ou seja, a Zitro está ocupando cada vez mais espaços e se tornando ainda mais um líder mundial?
Logicamente não somos o líder mundial, mas estamos entre os líderes em jogos. Começamos pequenininhos e fomos crescendo. Para mim, é um orgulho ter chegado a esse ponto. Sair do Brasil, começar do zero fora do meu país e hoje estar entre os líderes mundiais. Além disso, meus dois filhos trabalham comigo. Eles estão na parte online. Então, posso dizer que sou o cara mais sortudo do mundo.
E como vai a sorte do negócio digital da Zitro?
Está indo muito bem. Estamos crescendo com sangue novo, que são meus filhos. Eu já estou um pouco mais velho para o online, e eles entendem bastante dessa área. São jovens, então foi a combinação perfeita.
Quando veremos mais Zitro no Brasil?
Espero que logo. Acho que chegou o momento exato. A sociedade já entendeu que o jogo é necessário. Não pode ser que todo mundo, menos Brasil e Cuba, não tenha jogos. Não é possível que todos estejam errados e só o Brasil esteja certo. Nos Emirados Árabes, por exemplo, vão abrir um cassino com um investimento de 5 bilhões de dólares.
O jogo é necessário, arrecadando mais de 30 bilhões de reais por ano para os cofres públicos. Todos já estão conscientes de que é uma necessidade. Quem é contra o jogo legal é a favor do jogo ilegal.
O sonho é ter um campus da Zitro no Brasil?
Com certeza. A Zitro geraria muitos empregos. Poderíamos ter uma fábrica com mais de 20.000 m² no Brasil, contratando milhares de pessoas. Eu acredito que poderíamos gerar entre 7.000 e 8.000 empregos diretos no Brasil, multiplicando isso para milhares de empregos indiretos.
Fonte: Exclusivo GMB